Laboratório de Linguagens Sonoras e Música Eletroacústica – LiSonME

 Laboratório de Linguagens Sonoras e Música Eletroacústica – LiSonME


Sob coordenação do Prof. Alvaro Borges, com a colaboração do Prof. Geraldo Henrique Torres Lima, o Laboratório de Linguagens Sonoras e Música Eletroacústica – LiSonME foi fundado após a reestruturação metodológica do Estúdio de Música da Faculdade de Artes do Paraná a partir de agosto de 2012.


Os objetivos do LiSonME se convergem no desenvolvimento de pesquisas nos campos da Acústica Musical, da Sonologia e da Música Eletroacústica através da investigação científica, da difusão do conhecimento tecnológico e da produção artística respaldadas nestes campos.


Os três eixos temáticos atualmente vinculados às atividades do LiSonME são:


1 - O estúdio e suas possibilidades de produção musical: um novo instrumento para as linguagens sonoras. (Pesquisa, Ensino, Extensão e Cultura)

Este eixo é balizado por dois segmentos principais de relevância vinculados ao Estúdio de Música da FAP - EMFap:

a) O primeiro segmento é relativo à reativação das atividades do Estúdio de Música da FAP, tornando-o efetivo nos aspectos de sua funcionalidade, no âmbito de produção e registro musical voltado à comunidade acadêmica. Dentre outras diversas atividades previstas, este segmento também acolhe a oferta de serviços de apoio à produção musical para a comunidade cultural e interessados mediante abertura de edital e avaliação de viabilidades por comitê específico;

b) Como segundo segmento congrega atividades de ensino, assegurado pela disciplina Produção Musical, com a realização de estudos reflexivos de linguagens sonoras e da natureza do estúdio como instrumento para criação musical. Tendo ainda, como complemento estrutural, a viabilidade da prática e da reflexão interdisciplinar no campo da Arte e Tecnologia em desdobramentos do Núcleo de Arte e Tecnologia da FAP – Nat-FAP;


2 - Espacialidade Sonora: abordagens composicionais da música eletroacústica. (Pesquisa)

Trata-se de pesquisa individual do Prof. Alvaro Borges, que aborda uma questão de relevância ao campo da música atual e suas possibilidades aplicadas à tecnologia musical: a organização dos sons no espaço, ou seja, a espacialidade sonora. Tal questionamento, pensado por compositores desde a renascença, foi retomado pela música eletroacústica após o advento da estereofonia (1954) e efetivamente nas últimas seis décadas compositores e músicos tem explorado o elemento da espacialidade como recurso compositivo na construção do discurso musical. Alguns aspectos como mobilidade, localidade, profundidade, dentre outros, são parâmetros composicionais que constituem um espaço sonoro ampliado, os quais foram demonstrados pelo repertório eletroacústico e são explorados em pesquisas no campo da música contemporânea. Logo, esta pesquisa propõe, com a análise das várias idéias esboçadas por diversos compositores e teóricos musicais, traçar um estudo reflexivo sobre as estratégias aplicadas à estruturação do discurso composicional no tocante à espacialidade sonora.

Um dos desdobramentos desta pesquisa é o Musical Immersive Sound Theater – M.I.S.T. (Teatro Sonoro), que está consolidado iniciou suas atividades no primeiro semestre de 2014 com concertos de projeção e performance em música eletroacústica.


3 - Programa Música Contemporânea (Extensão e Cultura)

Apoiado pelo Divisão de Extensão e Cultura da UNESPAR Campus Curitiba II, também voltado a comunidade em geral, o Programa Música Contemporânea.

propõe a sedimentação de estudos reflexivos e práticos das linguagens sonoras e tecnologias musicais aplicados à criação e à difusão musical contemporânea. Apresenta-se como complemento estrutural desta proposta a viabilidade da prática e da reflexão interdisciplinar no campo da Música Contemporânea, Experimental e Eletroacústica com acesso ofertado a toda comunidade.


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